domingo, janeiro 16, 2005

Dia 4 - 09/01/05 - Domingo

No meio da madrugada o ônibus quebrou e tivemos que esperar na beira da estrada por outro. No final se revelou um bom negócio, pois pegamos um ônibus de categoria superior! O que também significava que o café da manhã neste outro ônibus seria melhor, que acabou se confirmando.

Chegamos cedo em Santiago, por volta das 7:30 da manhã e descobrimos que o metrô só funciona a partir das 8 aos domingos! Procuramos um hotel e ficamos na famosa rua Paris, que é um lugar meio escondido, mas bem localizado e bem bonito.

Descansamos um pouco e fomos passear: andamos até o Museu Nacional, que eu recomendo como o primeiro lugar a ser visitado porque cobre uma boa parte da História do Chile, desde o seu descobrimento até o final do governo Allende.
No Museu, uma cena um pouco melancólica.... um senhor começou a falar inglês conosco, disse que gostava de ir para lá para explicar o conteúdo e treinar o inglês. Que potencial desperdiçado, né?!

Seguimos para Cerro San Cristóbal, que é um imenso parque metropolitano em uma montanha com diversas atividades.
No caminho, experimentei o meu primeiro cachorro quente chileno: é bom, e ele vem um molho de abacate, chamado Palta (que é utilizado em diversas comidas por lá)!


Hot dog do Alberto com palta

Para chegar ao cume do Cerro existem algumas possibilidades: de carro, táxi, bicicleta alugada, de bondinho, teleférico ou, a mais dolorosa, a pé. Além disso, existem dois caminhos, um saindo do norte e outro da parte leste, assim, decidimos subir pelo caminho mais curto (leste) de bondinho e descer a pé pelo mais comprido (norte) aproveitando o parque.

A vista é muito bonita com a Cordilheira dos Andes ao fundo da cidade, mas creio que as fotos falam melhor do que a escrita...


Vista de Santiago no Cerro San Cristóbal


Os dois lá em cima do Cerro


Santiago do Alto do Cerro


Emmy no parque


Alberto no Parque


Mais uma do Parque Municipal

Subimos de bondinho, mas descemos de a pé, e fomos vendo o que tinha no meio do caminho. Passamos por uma piscina publica de água azul límpida (que devido ao calor devia estar refrescante...), paramos várias vezes, inclusive em um Museu do Vinho, que funciona em conjunto com um restaurante, é um Museu interessante porque traz as regiões produtoras de vinhos e também diversos produtores.


Processo de fabricação no Museu do Vinho

Fizemos uma pequena degustação por lá, mas aviso que é meio caro, e cada vinho é pago separadamente.


Degustação de vinho

Depois do museu, ainda havia pelo caminho um Jardim Japonês, um parque para crianças e várias áreas verdes para descanso, mas não visitamos mais nada. A descida, incluindo as paradas, demorou quase 3 horas e termina no lado norte de Santiago.

Voltamos a pé para o hotel e não tivemos mais força para sair de lá, pois estávamos acabados!!! Só saímos mais uma vez a noite para comprar água, mas é difícil achar água sem gás por lá, tanto que ao encontrar, a atendente avisou duas vezes: ‘tem certeza que vocês querem essa água? É sem gás!’